domingo, 31 de julho de 2011

4º - semana - Queimadas ameaçam desfigurar parque centenário nos EUA

Fogo em Yellowstone em 1988. (Foto: NPS/Divulgação)

26/27/11



As mudanças climáticas devem tornar mais frequentes os incêndios florestais na região do Parque Nacional de Yellowstone, o mais antigo dos EUA, segundo um estudo publicado pela “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS).

O parque, que se estende pelos estados de Idaho, Wyoming e Montana é dominado por densas florestas de antigos pinheiros. Com as queimadas, segundo o artigo das "PNAS", devem surgir pastos e florestas caracterizadas por plantas mais arbustivas e pinheiros mais jovens. O tempo mais seco deverá alterar a capacidade de recuperação da mata.

Os autores da pesquisa analisaram os efeitos de queimadas na região das Montanhas Rochosas entre 1972 e 1999, e associaram os resultados a projeções de como o clima mundial deve se comportar neste século.

A conclusão é que os anos sem queimadas serão raros até 2050 e incêndios como o de 1988, que destruiu 3110 km², afetando mais de um terço do parque, podem ser comuns até 2075.

“Os fogos mais frequentes não serão catastróficos à área – Yellowstone não será destruído – mas sem dúvida levarão a mudanças profundas na vegetação”, diz Monica Turner, pesquisadora da Universidade de Wisconsin, em comunicado.
Link: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/07/queimadas-ameacam-desfigurar-parque-centenario-nos-eua.html
Comentario: Essas queimadas são muito prejudicias a essas florestas ja que parece,m que vão ser bem mais faceis de acontecerem até 2050. Isso pode causar um grande abalo em todo o ecosistema, prejudicando até mesmo nós, porisso precisamos nos mudar e começar a tentar pelo menos a salver o planeta.

3º - semana - Câmeras comprovam a existência das últimas onças-pintadas do ES

22/07/11
Câmeras instaladas no interior da Reserva Natural Vale, uma das poucas áreas de Mata Atlântica ainda preservadas no Espírito Santo, comprovaram a presença no local de um grupo de nove onças-pintadas, sendo três machos e seis fêmeas.

Os felinos são monitorados há cinco anos e a confirmação da existência de nove diferentes indivíduos é animadora e ao mesmo tempo preocupante: os pesquisadores afirmam que estes exemplares podem ser os últimos da espécie ainda presentes no estado.

Consideradas “indicadores de qualidade ambiental” por causa do grande espaço que demandam para circular e se alimentar, as onças-pintadas podem sofrer com a interferência humana ou mesmo desaparecer devido a falta de ações de conservação.

“Não sabemos a quantidade de onças-pintadas que existiam no estado antes. Entretanto, esses animais encontrados e classificados como população residente da reserva são os últimos existentes na Mata Atlântica no Espírito Santo”, afirmou Ana Carolina Srbek, bióloga e coordenadora do Projeto Felinos, que monitora as espécies presentes na reserva.

Onça-pintada é flagrada por câmera noturna na Reserva Natural da Vale, no Espírito Santo (Foto: Divulgação/Projeto Felinos)Onça-pintada é flagrada por câmera automática na Reserva Natural Vale, no Espírito Santo (Foto: Divulgação/Projeto Felinos)

Genética
Ana Carolina e sua equipe capturaram imagens e identificaram os animais que vivem na área de floresta. Eles agora vão analisar a variabilidade genética das onças e organizar um conjunto de informações que pode ajudar na estruturação de planos para a proteção da espécie.

“Serão mostrados os primeiros indicativos de que a espécie está entrando em colapso, como ela tem se adaptado às mudanças naturais do clima, às doenças e também como está a sua alimentação. Quanto a isso, paralelamente é feito um trabalho de manutenção das populações de outros animais que fazem parte da cadeia alimentar das onças-pintadas”, disse a bióloga. Os primeiros dados começam a ser divulgados em setembro.

Segundo ela, projetos de conscientização são feitos com moradores próximos à reserva para combater ações de caça de animais como veados, cutias, pacas e quatis, que fazem parte do regime alimentar das onças-pintadas. “Se nada for feito, até 2100 esta espécie poderá ter desaparecido”, afirma Ana Carolina.
Preservação
A reserva, localizada em Linhares (ES) e pertencente à companhia Vale, faz parte de um sistema natural composto ainda pela Reserva Natural de Sooretama, administrada pelo Instituto Chico Mendes Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A área tem cerca de 46 mil hectares de mata nativa (460 km²), um espaço maior que a Ilha de Santa Catarina, e representa 10% de toda cobertura original do bioma no Espírito Santo.

O local é cortado pela rodovia federal BR-101, que liga o Sul do país ao Nordeste. Com a estrada atravessando as duas reservas, com automóveis e caminhões em alta velocidade, existe o risco de os animais serem atropelados, diminuindo ainda mais a quantidade de espécimes no estado.

“O último caso de onça-pintada atropelada aconteceu em 2003. Mas sempre vai existir o risco de perda de animais se não existir uma solução palpável, como a implantação de redutores de velocidade nessa região”, aponta.

A Mata Atlântica é um dos biomas brasileiros que mais sofreu degradação, restando atualmente 7,5% da sua cobertura original. Segundo informações do Projeto Felinos, outros exemplares ainda não quantificados de onças-pintadas estão distribuídos por parques estaduais existentes em Minas Gerais, São Paulo e Paraná.
Link: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/07/cameras-comprovam-existencia-das-ultimas-oncas-pintadas-do-es.html
Comentario: É bom saber que ainda essas onças onças não foram extintas, ja que a extinção esta bem forte hoje em dia. Temos milharesde especies extintas ou em riscos, sendo um dos principais fatores para isso o homem,o desmatamento que vem acabando com os habits de animais e os extinguindo cada vez mais, devemos preservar o mundo em que vivemos.

2º - semana - Países amazônicos se unem para medir desmatamento

12/07/11
Os países da região amazônica iniciarão em agosto uma série de estudos para medir a taxa de desmatamento dessa zona, que abriga 20% das reservas de água doce do planeta, anunciou nesta segunda-feira (11) em Quito a associação que os representa.
O monitoramento sobre desmatamento busca harmonizar critérios para medir a perda de área verde, que varia de país para país, explicou o diretor-executivo da OTCA (Organização do Tratado de Cooperação Amazônica), o boliviano Mauricio Dorfler.
Trata-se do primeiro estudo desse tipo de alcance regional, e contará com especialistas de Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, destacou Dorfler.
Entre as causas do fenômeno do desmatamento, o diretor mencionou a pressão sobre o uso da terra, a agricultura, a exploração madeireira e a extração de minerais.
A OTCA também empreenderá em agosto o primeiro estudo de recursos hídricos fronteiriços, com o objetivo de promover uma melhor e mais adequada utilização da água, disse Dorfler.
A Amazônia representa 6% da superfície do planeta. Contém mais da metade do parque úmido tropical e 20% das reservas de água doce do mundo, o que a converterá em um território estratégico frente a fenômenos como o aquecimento global, segundo a OTCA.
A região abarca 7,4 milhões de quilômetros quadrados - equivalentes a 40% da superfície do território sul-americano. É uma das mais diversas da Terra, um "grande espaço de riqueza cultural", sendo habitada por 420 povos indígenas, disse Dorfler.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/942279-paises-amazonicos-se-unem-para-medir-desmatamento.shtml
Comentario: Acho que foi uma boa iniciativa desses paises se unirem contra o desmatamento, já que hoje em dia esta tão presente em nossas matas e florestas, mas não adianta os paises se unirem para não fazer nada, eles deveriam mobilizar a população, e tentarem realmente parar com o desmatamento, ja que as florestas são tão importantes para a sobrevivencia de todos.

1º- semana -Vazamento de petróleo no Mar Amarelo pode causar danos a longo prazo

06/07/11
Os dois vazamentos de petróleo da estatal chinesa CNOOC na baía de Bohai, no Mar Amarelo, podem ser muito prejudiciais para a região a longo prazo, segundo especialistas citados pela agência oficial Xinhua.
"Devido ao frágil meio ambiente de Bohai --um mar fechado com limitada capacidade de "autolimpeza"--, o impacto do vazamento pode ser muito complicado", destacou Cui Wenlin, responsável de controle ambiental na Administração Oceânica Estatal da China (SOA).
Outro encarregado da SOA (que gerencia as águas territoriais do país), Wang Bin, lembrou que "a influência de um vazamento de petróleo em um ecossistema oceânico é longa e lenta".
Nesta terça-feira, o órgão reconheceu que os vazamentos causaram uma maré negra de "pelo menos 840 quilômetros quadrados", uma área consideravelmente maior que os 200 metros quadrados inicialmente declarados pela petrolífera estatal CNOOC, co-proprietária da área onde aconteceram os acidentes nos dias 4 e 17 de junho.
Nos últimos dias, a CNOOC recebeu fortes críticas por supostamente ter ocultado o acidente - seu primeiro comunicado oficial foi apenas em 1º de julho. Nesta terça-feira, a petrolífera estatal culpou a sua sócia ConocoPhillips pelo acidente, já que a empresa americana é a encarregada das prospecções nas jazidas exploradas em Bohai.
A CNOOC e a ConocoPhillips são sócias conjuntas na jazida Penglai 19-3, onde houve um dos vazamentos.
A SOA informou que 70 metros cúbicos de água misturada com petróleo cru foram limpos na zona afetada, mas "uma pequena quantidade" de óleo continua na superfície.
O órgão também destacou que embora a lei chinesa estabeleça que as multas por contaminação marinha em projetos petrolíferos estejam fixadas em 200 mil iuanes (US$ 30.770), as autoridades estudam a possibilidade de aplicar uma quantia "muito maior" à ConocoPhillips.
A CNOOC publicou nesta quarta-feira um comunicado insistindo que os vazamentos estão "controlados" e que a empresa americana é a responsável pelo "trabalho diário" nas plataformas onde ocorreram os acidentes.
A petrolífera chinesa acrescentou que, apesar de não ter responsabilidade direta nos incidentes, tomou medidas para reduzir sua gravidade, embora os trabalhos de limpeza correm a cargo da ConocoPhillips.
Link: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/939562-vazamento-de-petroleo-no-mar-amarelo-pode-causar-danos-a-longo-prazo.shtml
Comentario: Em minha opinião os paises devem investir sempre em busca de minerios e materias primas, como o petroleo, que é tão importante para varias coisas que utilizamos hoje em dia, mas essas empresas deveim ciudar mais  dos meis de segurança para não prejudicarem o meio ambiante. Neste caso foi um vasamento e petroleo no mar amarelo, que podem ser prejudicial para os animais que ali estão, como peixes, entre outros. Devemos buscar e produzir e o que precisamos mas sempre sem danificar o ambiente em que vivemos.